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Publicado por: : Rosiane Souza   
Ter, 24 de Fevereiro de 2015 18:57

Especialistas dão dicas para identificar seus gastos e economizar

Saiba qual o seu perfil de consumidora e deixe de lado os excessos

Aquele sapato no passeio pelo shopping, um drinque com os amigos depois do trabalho e aquele eletrodoméstico que estava em promoção e pronto, lá se vai a chance de terminar o mês com a conta no azul. Se você, assim como boa parte das brasileiras, está com dificuldade de manter as finanças em dia com o aumento dos preços do supermercado ao posto de gasolina, saiba como identificar o seu perfil de consumo e se adequar para cortar os excessos. + 17% dos casais brasileiros brigam quando o assunto é dinheiro + Quer equilibrar as contas? Educador financeiro revela a chave para isso + Dicas da hora de se vestir à despedida para ir bem na entrevista de emprego “Quando alguém tem consciência do seu comportamento como consumidor não faz nada sem planejamento. Isto quer dizer que comprar por impulso passa a ser algo praticamente impensável. Além disso, cria-se o hábito de utilizar o crédito de maneira consciente e equilibrada, consegue dimensionar que cada ato de consumo implica em escolhas importantes e passa a não ser mais um refém das marcas. Torna-se uma pessoa preocupada em buscar o equilíbrio entre a satisfação pessoal e necessidade real”, explica Wilson Justo, diretor de marketing, relacionamento e relações humanas da Sorocred. Os tipos de consumidor Stanlei Bellan, consultor financeiro e CEO do MoneyGuru, diz que existem perfis que gastam muito ou que são controlados divididos em dois grupos: o das mulheres que cuidam da casa e não participam da renda familiar, e o das que trabalham. Os problemas do gasto excessivo são os mesmos tanto para quem tem renda, quanto para quem cuida do lar, mas no segundo caso o problema pode acontecer por não ter tanta certeza da situação financeira do par. “O perfil gastador aqui costuma ser mais comum, porque você acaba focando nos interesses da família e gasta sem ter noção clara da situação financeira. É fundamental que você saiba o que está acontecendo em sua economia doméstica e dê palpite e se meta mesmo nisso, cabe a você tomar as rédeas dessa vida financeira e ter uma melhor noção de como gastar, não estamos mais em uma época em que não existe uma conversa aberta sobre o tema”, completa.


A consumista

 

 

Foto: gpointstudio/iStock “São pessoas que vivem em estado permanente de compulsão. Compram por comprar e novidade é uma palavra que chega a causar arrepios. Em via de regra, sentem-se felizes ao fazerem compras. Isto pode estar ligado a uma insatisfação crônica já que esta compulsão por comprar resulta em uma satisfação momentânea. Geralmente, a pessoa consumista está insatisfeita, em um círculo vicioso que envolve ansiedade, depressão, impaciência e tristeza”, revela Justo. Se identificou? A dica do especialista é avaliar o que está acontecendo de errado para tentar descobrir o porquê do impulso. Outra maneira de controlar os gastos é fazer um acordo com você mesma, e se permitir um número controlado de compras impulsivas, assim como o valor a ser gasto nelas. “Eu recomendo muito o vale impulso, você combina consigo mesma que tem direito a uma compra de impulso por mês, e acabou. Isso te obriga a criar uma disciplina e você vai aprendendo a controlar seus gastos e os seus desejos”, ensina Bellan. A emotiva Você está andando e vê na loja aquele brinquedo que lembra a sua infância, ou aquela panela que a vovó usava para cozinhar para você e não consegue resistir à compra. Se isso acontece com frequência o seu perfil é emocional, segundo Justo: “É aquela que se deixa levar pelo teor emocional da marca ou da campanha. É totalmente apegada a tudo o que remete a fases importantes de sua vida como, por exemplo, a infância, ao casamento, aos filhos, aos amigos. Acreditam que o valor material é ínfimo se comparado a sua memória afetiva, por mais que isto cause problemas financeiros”. Para conseguir cortar os gastos é preciso ter sempre em mente o que se precisa, e evitar itens que não estejam em sua lista de prioridades.
A desorganizadavFoto: gpointstudio/iStock Se perde nas contas do mês com frequência e cada vez que checa o extrato leva um susto? Provavelmente você é uma consumidora desorganizada: “A falta de disciplina é a principal característica deste tipo de consumidora. Planejar o orçamento pessoal é algo praticamente inexistente em seu universo. Não costuma anotar seus gastos, compra à medida que considera necessário e acredita que sua melhor planilha está em sua cabeça. Além disso, sempre cai em contradição quando assunto é o seu equilíbrio financeiro. Também não consegue lidar com os gastos extras como presentes de Natal, impostos, materiais escolares, entre outros. Uma dica é passar a anotar todos os gastos como forma de controlar suas finanças”. A racional “O consumidor racional é aquele que planeja antes de gastar. Ele sempre paga as contas em dia e segue condicionalmente os limites do seu orçamento”, revela Justo. Apesar de parecer o cenário ideal, mesmo que você pense muito bem antes de fazer suas compras isso não significa que você não terá problemas financeiros. “A diferença é que, comparando aos consumistas, por exemplo, uma inadimplência é causada, em grande parte, pelo desemprego repentino, que pode gerar um desequilíbrio em suas contas, imprevistos familiares, como problemas de saúde, dentre outros motivos de força maior”, completa. Para todas Independente do seu tipo de consumo, algumas dicas servem para todas e colocá-las em prática ajuda muito a manter as finanças no lugar. A primeira? Tenha algum tipo de controle escrito dos gastos. “Faça um caderninho com os seus gastos e suas parcelas, porque assim dificilmente você terá alguma dificuldade ou será pega de surpresa”, garante Bellan. Se você receber dinheiro extra, ou notar que sobrará uma quantia a mais do salário no mês, contenha aquele impulso de comprar aquele sofá novo, ou até aquele vestido que você namorou na loja: “Se tiver que escolher entre pagar uma dívida ou fazer uma nova, faça a primeira opção. Se você ganhou um dinheiro extra não compre algo novo, termine o que você já comprou, essa é a melhor maneira de evitar não dar conta das dívidas”. Outro ponto importante é quanto ao uso do cartão de crédito, que não se torna vilão se você fizer a planilha de gastos e souber exatamente o total da fatura que vai receber em cada mês. “A compra a prazo só vale quando a compra à vista não tem um desconto, porque ela já embutiu os juros. Você aproveita isso e está saindo ganhando.  Se tem desconto, pague à vista, que é sempre melhor”, revela Bellan. 

 

 

Fonte:http://daquidali.com.br

 

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