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Aquele que parece sábio entre os tolos parece tolo entre os sábios. (Marco Fabio)

Conheça o Museu Emilio da Silva, de Jaraguá do Sul, que tem um acervo de sete mil peças PDF Imprimir E-mail
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Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 16 de Maio de 2015 10:29

Falta de acessibilidade ainda é problema. Terreno do prédio ainda está vinculado a Joinville, o que dificulta projetos

Na segunda-feira, começa oficialmente a Semana Nacional dos Museus, realizada até 22 de maio. Jaraguá do Sul não ficará fora dessa agenda cultural que busca estimular a visitação e sensibilizar a sociedade sobre a importância desses locais, por isso, museus municipais e privados da cidade abrirão as portas com uma programação diferenciada.

Aproveitando a semana comemorativa, o “AN Jaraguá” apresenta uma série sobre os museus da cidade. Além de abordar a importância de cada um deles, as reportagens mostrarão as dificuldades enfrentadas por esses centros culturais e as curiosidades sobre acervos e instalações

.Conheça o Museu Emilio da Silva, de Jaraguá do Sul, que tem um acervo de sete mil peças Maykon Lammerhirt/Agencia RBS

Guardião das origens jaraguaenses

Em meio a edificações modernas, está o prédio do Museu Emílio da Silva, que resiste ao tempo. Lá, também se encontra o maior acervo histórico jaraguaense, com fotos, filmagens e diversos objetos. Ao todo, são sete mil peças expostas e na reserva técnica.

O prédio foi construído para atender aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em 1941, explica o historiador e diretor dos museus municipais, Ademir Pfiffer. Apenas no final dos anos 90 a Prefeitura foi transferida para o novo prédio. Entretanto, a história do Museu Emílio da Silva começa antes da revitalização do edifício e a instalação do museu naquele local, em 2001.

Em 1971, amantes do passado começaram a juntar um acervo com doações de famílias da região e foi criada uma lei municipal que instituía a biblioteca, museu e o Arquivo Histórico. No centenário de Jaraguá do Sul, o museu municipal jaraguaense foi instituído com a primeira exposição com o acervo do futuro Museu Emílio da Silva, relata Pfiffer.

– Na década de 80, o museu começou a funcionar na antiga estação ferroviária e ficou fechado durante os anos 90. Após a revitalização em 2001, o museu voltou a funcionar e foi batizado de Museu Emílio da Silva .

São dois módulos divididos entre o térreo e o segundo andar. No primeiro piso ficam o memorial da colonização húngara e demais etnias, uma sala com o acervo de Emílio da Silva e nichos de artistas da região, das sociedades de tiro e dos prefeitos. No segundo andar, estão as exposições em memória ao Judiciário e ao Legislativo.

– O objetivo do museu é contar a história das pessoas que viveram aqui – comenta Pfiffer.

Dificuldade de acessibilidade

O que falta para o Museu Emílio da Silva é acessibilidade, afirma Pfiffer. O projeto para instalação do elevador não foi autorizado porque a documentação do terreno do prédio ainda está vinculada a Joinville.

– Estamos nos trâmites finais para transferir a documentação para a Prefeitura de Jaraguá do Sul. Com isso, vamos conseguir comprovar que pertence ao município e buscar recursos para atendermos a todos.

A meta é ampliar o museu, com a utilização do sótão, e instalar o elevador até o final desta gestão municipal, diz.

Curiosidade

A antiga Prefeitura de Jaraguá do Sul foi tombada em 2009. Ela pertence ao primeiro conjunto de prédios considerados patrimônios históricos e culturais jaraguaenses. O estilo da construção é inspirado em obras das décadas de 30 e 40 da Itália.

Programação em Jaraguá do Sul

Seguindo o tema sustentabilidade, proposto pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Museu Emílio da Silva e Museu da Paz irão promover ações educativas sobre o feijão-mucuna, conhecido como feijão-de-porco, além de continuar com as amostras dos acervos permanentes. Nestes dias, as escolas da região irão visitar os espaços que contarão com apresentações e outras ações educativas.

– A história de Jaraguá do Sul começou rural, por isso a importância de trazer nosso pertencimento da terra para a Semana Nacional dos Museus. O feijão-mucuna servia como adubo, sem necessidade de intervenção química – explica o diretor dos museus, Ademir Pfiffer.

Na quarta-feira, o Museu Emílio da Silva fará uma ação educativa, quando os alunos de diversas escolas irão confeccionar mandalas com papel reciclado e sementes. A Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama) também apoiou a causa e abordará a palestra “Sustentabilidade: essencial para a sobrevivência no planeta”.

No Museu da Paz, a ação educativa envolverá a produção de papel reciclado artesanal em vários períodos, de segunda a sexta-feira, com 13 turmas de quatro escolas. A ação deve envolver cerca de 250 alunos. Haverá também a apresentação de vídeos temáticos.

Pfiffer salienta que as atividades são para todas as pessoas interessadas, apesar de terem ações voltadas aos estudantes. Segundo ele, a comunidade é fundamental nestes espaços por resgatar seus laços com a história da cidade.

O Museu WEG de Ciência e Tecnologia também preparou uma programação especial. A ação educativa foi chamada de Minha Cidade Sustentável. Nela, os visitantes entenderão o funcionamento das principais fontes de geração de energia, seus impactos e a importância do uso eficiente de energia elétrica para conservação dos recursos naturais.

SEMANA NACIONAL DOS MUSEUS

EMÍLIO DA SILVA
Horário de atendimento especial: segunda-feira a sexta-feira, das 8 horas às 11h30 e das 13h30 às 16h30. No sábado, das 9 horas às 12 horas. E no domingo, das 16 horas às 19 horas.
Onde: av. Marechal Deodoro da Fonseca, 247 – praça Ângelo Piazera, Centro, Jaraguá do Sul

MUSEU DA PAZ
Horário de atendimento especial: segunda-feira a sexta-feira, das 8 horas às 11h30 e das 13h30 às 17horas.
Onde: av. Getúlio Vargas, 405, Centro, Jaraguá do Sul

MUSEU DA WEG
Horário de atendimento especial: segunda-feira a domingo, das 10 horas às 18 horas.
Onde: av. Getúlio Vargas, 66, Centro, Jaraguá do Sul

 

Fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br

 

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