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Home Carnaval 2014 Reedição de sambas clássicos marca 1º dia de desfiles da Série A do Rio
Reedição de sambas clássicos marca 1º dia de desfiles da Série A do Rio PDF Imprimir E-mail
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Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 01 de Março de 2014 09:03

Oito escolas passaram pela Marquês de Sapucaí e empolgaram público.
Neste sábado (1º), mais nove agremiações vão desfilar.

A releitura de sambas considerados preciosidades do carnaval carioca marcou a primeira noite de desfiles da Série A do Rio de Janeiro. Oito escolas passaram pela Sapucaí desde a noite de sexta-feira (28). Neste sábado (1º), outras nove agremiações vão desfilar.

Enquanto a Em Cima da Hora trouxe para a avenida a versão 2.0 de "Os Sertões", apresentado pela própria escola em 1976, a Paraíso de Tuiuti apostou no enredo vitorioso “Kizomba”, da Vila Isabel, consagrado em 1988.

As duas escolas empolgaram os foliões nas arquibancadas, que cantaram e dançaram até o fim da passagem da Império Serrano, última a entrar na Sapucaí, já na madrugada de sábado. O carro abre-alas sofreu uma pane na embreagem no começo do desfile e teve que ser empurrado por integrantes depois que o motor foi desligado.

Veja os principais destaques das oito primeiras escolas da Série A:

Em Cima da Hora (leia mais)
A primeira agremiação a entrar na avenida se inspirou no livro escrito por Euclides da Cunha em 1902, sobre a Guerra de Canudos, episódio da História do Brasil que aconteceu entre 1896 e 1897, no interior da Bahia, logo após a Proclamação da República.

O líder do povoado, Antônio Conselheiro, foi lembrado na comissão de frente e a batalha entre as centenas de famílias do latifúndio nordestino contra tropas da República foram retratadas nos carros alegóricos.

A literatura nordestina, o cordel e a devoção e fé do povo nordestino foram lembrados pela escola. A musicalidade da população também foi representada.

União de Jacarepaguá (leia mais)
A escola apresentou na avenida o culto aos Orixás do povo negro. Com fantasias e alegorias que homenageavam a África, ela destacou nos 55 minutos de desfile a umbanda e o candomblé com o enredo "Os Yorubás: A história do Povo Nagô".

Carinhosamente chamada de "arroz com couve" devido às cores de seu brasão (branco e verde), a escola se apresentou com 21 alas e quatro carros alegóricos.

O abre-alas arrancou aplausos do público presente na Sapucaí. Nele, era possível ver o carnavalesco da escola, Jorge Caribé, sentado em um trono representando Babalaô. A alegoria trouxe ainda várias esculturas, com adornos em amarelo que se destacavam na avenida.

Acadêmicos da Rocinha (leia mais)
Com o enredo “Do paraíso sonhado, um sonho realizado – sorria, a Rocinha chegou à Barra”, a escola mostrou o processo de transformação sofrido pela Barra da Tijuca em pouco mais de 20 anos. O bairro do Rio de Janeiro, localizado na Zona Oeste, é um dos símbolos do desenvolvimento carioca.

O primeiro carro alegórico e as alas iniciais mostraram que a Barra de antigamente era um recanto isolado e único da fauna e flora do Rio de Janeiro.

Outros setores da escola apresentaram o consumismo da população, com fantasias de presentes, sacolas de compras e até de pacotes de batatas fritas, um retrato dos grandes centros de compras instalados na região. A Olimpíada e o Rock in Rio, grandes eventos que acontecem ou acontecerão no bairro, também foram lembrados.

Renascer de Jacarepaguá (leia mais)
Os personagens e paisagens desenhados pelo caricaturista Lan, famoso por retratar o cotidiano carioca, guiaram a quarta escola da Série A. Com 90 anos, Lanfranco Vaselli, o personagem central da escola desfilou em uma das alegorias.

A agremiação estourou em um minuto sua passagem no sambódromo. O fechamento do portão, que indica o fim do desfile, ocorreu quando o relógio marcou 56 minutos -- o limite é 55 minutos. Por isso, segundo a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), a agremiação vai ser punida e deve perder pontos.

Porto da Pedra (leia mais)
A escola de samba homenageou os mestres-salas e porta-bandeiras, personagens importantes do carnaval.

O carro abre-alas trouxe um imponente tigre, símbolo da escola, que briga por uma vaga no Grupo Especial. A alegoria foi montada junto à representação dos bailes da Corte do Rio de Janeiro, que ocorriam no século 19 – quando ainda havia escravidão no Brasil.

Segundo a Porto da Pedra, a dança feita pelos nobres nessas festas teria sido copiada pelos escravos, que a interpretavam nas senzalas, onde teria nascido os primeiros passos que são atualmente reproduzidos por mestres-salas e porta-bandeiras.

Os 260 ritmistas da bateria fizeram uma homenagem à Mangueira, uma das escolas mais conhecidas do Rio. Os integrantes desfilaram fantasiados de Delegado, considerado o mais famoso mestre-sala da Verde e Rosa, que morreu em 2012, aos 90 anos.

Paraíso de Tuiuti (leia mais)
Um samba campeão da Vila Isabel, do carnaval de 1988, foi escolhido pela escola para o carnaval 2014. “Kizomba: A festa da Raça”, há 16 anos. A releitura feita pela “Tuiuti” empolgou o público da Sapucaí, que viu alegorias que trouxeram uma reflexão sobre a cultura negra.

Guerreiros africanos abriram o desfile da escola, que trouxe em seu abre-alas um retrato da África, continente considerado “berço da humanidade”. Chifres de antílopes e guepardos podiam ser vistos no carro, bastante iluminado.

A paradinha da bateria da Tuiuti fez o público aplaudir muito das arquibancadas. Mas os ritmistas não fizeram o segundo recuo, já próximo do fim da Sapucaí, porque a escola teve que acelerar o passo para não estourar o tempo de desfile.

 

Inocentes de Belford Roxo (leia mais)
A escola da Baixada Fluminense trouxe para a avenida a história de Joaquina Lapinha, a “Mulata da Lapa”, primeira cantora lírica negra a fazer sucesso fora do Brasil.

A brasileira viveu no Rio no século 18 e sua vida foi retratada na madrugada desse sábado (1º) por 2.200 componentes, divididos em 19 alas.

A comissão de frente da “Inocentes” surpreendeu ao formar durante a coreografia os “cinco grandes”, denominação dada aos animais tradicionalmente considerados como os mais difíceis de caçar na savana africana: o leão, o leopardo, o búfalo africano, o elefante e o rinoceronte.

A atriz Isabel Fillardis veio no último carro da escola como destaque, representando Joaquina Lapinha. A escola encerrou o desfile com 55 minutos -- tempo limite, segundo a regra.

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Império Serrano
A agremiação teve como enredo a cidade litorânea de Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense e contou em suas alas o folclore, como a Folia de Reis, o jongo e a festa do Divino Espírito Santo.

Logo no início do desfile, o carro abre-alas sofreu uma pane na embreagem, com princípio de incêndio, que atrasou um pouco o andamento do desfile. O motor da alegoria foi desligado e integrantes tiveram que empurrá-la até o fim do desfile.

 

Fonte: http://g1.globo.com

 

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