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Home Utilidade Pública
Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas. (Goethe)

Utilidade pública
Breve história de Santa Vitória PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 11:09

Aniversário da cidade 31 de maio, (Emancipação política)

Apesar da “aparente” pouca história de vida, essa cidade tem uma bela trajetória de vida e apresenta um rico nível de hospitalidade e amor por parte do seu povo. Tudo começou a partir das famílias Paranaíba e Caixeta. Manoel Joaquim Alves, de São Tomé das Letras e seu filho “Zeca Paranaíba” doaram terreno para a construção da Capela Nossa Senhora das Vitórias, sem que, no entanto, ela fosse construída. A história mostra que já em 1904 foi feito, graças ao trabalho do Padre Ângelo, pioneiro da evangelização em nossa cidade, um canal de irrigação que levou o Córrego dos Bois, afluente do Paranaíba, à aproximar-se do cemitério municipal.

O povoado que ali vivia então foi chamado de Arraial do Córrego dos Bois. A cidade era – e ainda é – responsável por dois importantes trabalhos: agricultura e pecuária. Muitas famílias vieram ao Arraial em busca da terra fértil que aqui havia e foi ali, onde conhecemos hoje como as ruas Cônego Ângelo e Minas Gerais, que foram feitos os primeiros ranchos. A cidade foi crescendo e formando uma cronologia histórica cuja importância está retratada nas linhas abaixo:

  • 1905: celebrada a primeira missa campal pelo Padre Cônego Ângelo Tardio Bruno (Paróquia de Ituiutaba) e Dom Eduardo (Diocese de Uberaba);
  • 1913: primeira escola primária pública; primeira professora: Dona Isabel Teixeira Bastos; projeção das primeiras ruas;
  • 1915: construção da primeira igreja – barracão usado como igreja até o ano de 1936;
  • 1918: primeiro automóvel, trazido à cidade pelo Capitão Nico; até então usava-se, na cidade, carro de boi e cavalo;
  • 1920: primeira banda de música da cidade: Lira de São Tomé;
  • 1921: primeiro grupo escolar formado pela Prefeitura Municipal de Ituiutaba;
  • 1927: o Arraial do Córrego dos Bois passa a ser considerado distrito de Ituiutaba, graças ao trabalho do deputado Camilo Alves;
  • 1936: construção da igreja Nossa Senhora das Vitórias;
  • 1948: emancipação política de Santa Vitória.

E a partir desse momento a história de Santa Vitória foi marcada por um desenvolvimento acentuado, graças, claro, ao trabalho dos prefeitos da cidade. Governantes importantes na história do município como Genésio Franco de Morais, Pio Bonito, José Franco de Gouveia, Jerônimo Teodoro e Salustiano de Moraes, tiveram seus nomes estampados em muitos monumentos e lugares da cidade. Ultimamente, tiveram grande importância na história da cidade Lourival Domingues e Antônio Celso, atual prefeito: seus trabalhos envolveram não só a administração política, mas também a garantia da saúde em Santa Vitória.

A igreja Nossa Senhora das Vitórias, que conhecemos hoje como a “Capela Reformada”, foi restaurada graças à união de forças do pároco da cidade Padre Fernando César e do governo atual da cidade. Há muito tempo esse sonho de restauração estava no coração dos santavitorienses. E foi realizado ano passado. As fotos da igreja seguem:

Nossa Senhora das Vitórias, rogai por nós!

 

 
Telefone Municipais PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 10:52
SETOR/ SECRETARIA/ LOCALIDADE Nº. TELEFONE RAMAL
AGENFA 3434-9739 9739
ARRECADAÇÃO 3434-9717 9717
BANCO DO POVO 3434-97 97
BIBLIOTECA MUNICIPAL 3434-9727 9727
C.P.D. 3434-9711 9711
COLÉGIO INGO 3434-9728 9728
COLÉGIO MODELO 3434-9729 9729
COMPRAS E LICITAÇÃO 3434-9745 9745
CONSELHO TUTELAR 3434-97 97
CONTABILIDADE 3434-9714 9714
CONTROLE INTERNO 3434-9713 9713
CRECHE COREM 3434-9723 9723
DEPARTAMENTO JURÍDICO 3434-9703 9703
DEPARTAMENTO PESSOAL 3434-9704 9704
EDUCAÇÃO 3434-9746 9746
EDUCAÇÃO (SALA DE REUNIÕES) 3434-9721 9721
EDUCAÇÃO (SECRETÁRIA) 3434-9707 9707
FINANÇAS - SECRETÁRIO RODRIGO 3434-9708 9708
FINANÇAS (RECEPÇÃO) 3434-9709 9709
GABINETE  PREFEITO (RECEPÇÃO) 3434-9720 9720
GABINETE ASSESSOR PREFEITO (EVALDA) 3434-9702 9702
GABINETE DO PREFEITO 3434-9701 9701
HOSPITAL - GAB. SEC. DE SAÚDE 3434-9731 9731
ILUMINAÇÃO PÚBLICA 3434-9734 9734
OBRAS 3434-9738 9738
PETI 3434-9744 9744
POLÍCIA MILITAR 3434-9740 9740
PROTOCOLO (NILA) 3434-9719 9719
R.P.P.S. 3434-9712 9712
SECRETARIA GERAL 3434-9700 9700
SOCIAL 3434-9733 9733
SOCIAL - ANÉSIA 3434-1152 ********
SOCIAL - GABINETE DA SECRETARIA 3434-9742 9742
TRANSPORTE 3434-9737 9737
TURISMO 3434-97 97
VIGILÂNCIA SANITÁRIA 3434-9716 9716

 
Telefones úteis PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 11:02
ACISV - SPC
(34) 3251-1111

AF
(34) 3251-1294

APAE
(34) 3251-2091

Banco do Brasil
(34) 3251-1544 / 3251-1522

Bradesco
(34) 3251-2100

Caixa Econômica Federal
(34) 3251-8800

CEMIG
0800 310 196 / (34) 3251-2384 / (34) 3251-1891

Conselho Tutelar
(34) 3251-8593

COPASA
(34) 3251-1969

Correios
(34) 3251-1121

Delegacia de Polícia Civil
(34) 3251-1475

Delegacia de Polícia Florestal
(34) 3251-8596

Delegacia de Polícia Militar
(34) 3251-8533

Delegacia de Polícia Militar (Chaveslândia)
(34) 3251-8199

Delegacia de Polícia Militar (Perdilândia)
(34) 3259-9522

Escola Estadual José Paranaíba
(34) 3251-1473

Escola Estadual Prefeito José Franco de Gouveia
(34) 3251-2048

Escola Municipal Geraldo Ribeiro
(34) 3251-0456

Escola Municipal São José
(34) 3251-8541

Escola Municipal Tancredo Neves
(34) 3251-8530

Escola Particular Coesa
(34) 3251-2072

EMATER
(34) 3251-1895

Fórum
(34) 3251-2079

Cartório Eleitoral
(34) 3251-2079

Hospital Genésio Franco de Morais
(34) 3251-1655

Hospital Municipal Jerônimo Teodoro
(34) 3251-8581 / 192

Paróquia Nossa Senhora das Vitórias
(34) 3251-1766

Paróquia São Cristóvão
(34) 3251-3025

PSF Amador José dos Santos (Bairro Brasil)
(34) 3251-8560

PSF Dr. José Carlos (Vila Rica)
(34) 3251-8595

PSF Vicente Bonito (BDA)
(34) 3251-0592

PSF (Centro)
(34) 3251-8560

PSF José Paulo Fernandes (Chaveslândia)
(34) 3251-8131

PSF (Perdilândia)
(34) 3259-9502 / (34) 3258-6100

Prefeitura Municipal
(34) 3251-8500

Pronto Socorro (Emergência)
192

Rodoviária - Gontijo
(34) 3251-2300

Rodoviária - Platina
(34) 3251-1188

Táxi Rodoviário
(34) 3251-1279

 
HISTORIA DE ITUIUTABA PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 10:31

Ituiutaba-MG

Cidade do Pontal do Triângulo Mineiro, Ituiutaba completou 110 anos de emancipação político-administrativa em 16 de setembro de 2011.

Sua história, porém, remete ao início do século XIX.

1820 - Dois sertanejos, Joaquim Antonio de Morais e José da Silva Ramos, chegaram ao local vindo do sul de Minas. Eles expulsaram os índios Caiapós, os verdadeiros donos da terra, após lutas e batalhas e aqui permaneceram.

1830 - O padre Antonio Dias de Gouveia chegou e adquiriu diversas fazendas.

1832 - A primeira capela foi erguida às margens do Córrego Sujo. O primeiro nome do lugar foi Arraial de São José do Tijuco.

1833 - Em 1833 chegou o primeiro capelão, Padre Francisco de Sales Souza Fleury.

1836 - Padre Francisco regressou ao seu Estado de Goiás.

1839 - Foi criada a Freguesia de São José do Tijuco.

1882 - É inaugurado o primeiro sobrado situado na Rua 18, esquina da Av. 9, mandado construir por José Esteves de Andrade. O primeiro morador é Pio Augusto Goulart Brum, importante figura da vida tijucana. Este prédio de  dois andares foi sede da primeira Câmara de Vereadores, Cadeia Pública e Fórum.

Infelizmente, hoje não mais existe (foi demolido para construção do campo de esportes do Tiro de Guerra).

Atualmente, temos a Cadeia Pública "Helena Maria da Conceição" em um novo prédio, na Av. Prof. José Vieira de Mendonça, no Bairro Pedreira.

1883 - Chega ao Arraial de São José do tijuco, vindo de Nápoles, o Padre Ângelo Tardio Bruno, para se tornar um grande benfeitor, e com a colaboração de João Gomes Pinheiro, faz o traçado das ruas e constrói as primeiras casas, pontes e plantações.

1886 - Padre  Ângelo patrocina a fundação da primeira Banda de Música. O maestro é Francisco Gonçalves Moreira (Guató), que também doa os primeiros instrumentos musicais.

1890 - No recenseamento de 31 de dezembro, após a Proclamação da República, o Arraial conta com 5.037 habitantes.

1901 - Em 16 de setembro o Governador de Minas, Dr. Salviano de Almeida Brandão, eleva o Arraial de São José do Tijuco à categoria de "Vila Platina", através da Lei Estadual nº 319/01, concedendo-lhe a sua emancipação política e administrativa.

A partir de 1902, tivemos vários Agentes Executivos e Prefeitos

1910 - O Padre Ângelo é elevado a Cônego do Cabido Diocesano de Uberaba. O primeiro Grupo Escolar, nomeado "Vila Platina", é  instalado em 21 de janeiro. Seu primeiro Diretor é Benedito Chagas Leite. Depois passa a se chamar "Grupo Escolar João Pinheiro". São fundadas novas escolas entre 1910 e 1914: Escola São José  de Laurindo de Oliveira e Instituto Propedêutico, com internato e  externato, do Diretor José Inácio de Souza.


1914 - Chega o primeiro automóvel. O primeiro cinema tem lugar na Av. 11, entre ruas 20 e 22, funcionando num barracão de posse do Dr. Fernando Alexandre Vilela de Andrade.

1915 - O então Governador de Minas Gerais, Delfim Moreira, concorda com a mudança do nome de "Vila Platina" para "Ituiutaba".

1917 -  É oficializada a mudança em 25 de abril. A cidade passa a se chamar ITUIUTABA.

 

Localização

Região IV - Triângulo e Alto Paranaíba, especificamente no 

centro-norte do Triângulo Mineiro (Minas Gerais - Brasil).

Coordenadas Geográficas:

18º 58' 08" Latitude S 

49º 27' 54" Longitude W.

Área:

2.694 Km2.



Municípios e Estado limítrofes:

Gurinhatã, Ipiaçú, Capinópolis, Canápolis, Santa Vitória, Monte Alegre de Minas, Prata, Campina Verde e o Estado de Goiás.



Altitude:

Máxima - Cabeceira do Córrego da Lagoa (São Lourenço): 

769m 

Mínima - Foz do Córrego Monte Azul: 405m 

Cidade: 550m a 604m

Clima:

- Classificado como AW quente úmido (segundo a classificação de Koppen), tropical de inverno seco, com estação chuvosa bem definida no período de outubro a abril e um período seco de maio a setembro. Temperaturas médias entre 14ºc em Junho e 31ºc em Dezembro. Não é comum a ocorrência de geadas. 

- Precipitação Pluviométrica: 1.470 mm (Índice médio anual) 

- Umidade Relativa do Ar: 72,05% (média anual)

Hidrografia - Principais Rios: 

Rio Tijuco (Leste/Noroeste) 

Rio da Prata (Sudoeste/Noroeste) 

Bacia do Rio Paranaíba (Norte)

 
Telefones Úteis PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 10:48

Telefones

 

CEMEI ANTÔNIO RABELO
34 3284 9538

CONSELHO TUTELAR
34 3284 9534

DECOM (Departamento de Comunicação)
34 3284 9507

DELEGACIA
34 3284 9558

ESC. EST. MÁRIO SIDNEY FRANCESCHI
34 3284 9542

ESC. MUN. DE FORMAÇÃO TÉCNICA JOSÉ INÁCIO FERREIRA
34 3284 9541

ESC. MUN. OLINTHA DE OLIVEIRA VALE
34 3284 9540

ESC. MUN. WILMAR ALVES DE OLIVEIRA
34 3284 9539

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA
34 3284 9528

HOSPITAL JOÃO PAULO II
34 3284 9551

IMPA
34 3284 9524

POLICIA MILITAR
34 3284 9560

Prefeitura Araporã
PABX - (34) 3284-9500

PSF I
34 3284 9553

PSF II
34 3284 9554

RECEITA MUNICIPAL
34 3284 9513

RODOVIÁRIA
34 3284 9569

 
Telefones Úteis PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 11:23
Banco do Brasil 34) 3843-1291
Câmara Municipal (34) 3843-1406
CEMIG 116
Claro 1052
Copasa (34) 3843-1301
Correios (34) 3843-1300
CRAS (34) 3843-1393
Delegacia de Polícia (34) 3843-1259
Fórum (34) 3843-1397
Hospital (34) 3843-1288
Polícia Militar 190
Policlínica (34) 3843-1353
Prefeitura Municipal (34) 3843-1200
Rodoviária (34) 3843-1132
SIAT (34 3843-1777
Sub Prefeitura Dolearina (34) 3843-5264
Telemar/Oi 10331

 
História de Araporã MG PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 10:45
História

A construção da Ponte Afonso Pena sobre o rio Paranaíba, em1909, ligando os estados de Minas Gerais e Goiás, permitiu o desenvolvimento e a integração do Triângulo Mineiro com o sul de Goiás. Na divisão administrativa promovida pelo Estado de Minas Gerais em 1911, era criado no município de Abadia do Bom Sucesso, hoje Tupaciguara. O distrito de Araporã, cujo povoado denominava-se Alvorada, foi criado em 1938. Antes, em 1912, o engenheiro Fernando Alexandre Vilela Andrade criava em São Pedro de Uberabinha, hoje Uberlândia (MG), a concessionária estadual dos serviços de transportes Companhia Mineira de Autoviação Intermunicipal (CMAVI). Em 1917 a companhia inaugurava no local hoje ocupado pelo centro da cidade de Araporã um posto de pedágio para atender a demanda da rodovia então construída por ela, ligando São Pedro do Uberabinha a Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara (GO).

O começo

Enquanto construía a estrada, Fernando Vilela investiu capital da empresa no distrito, adquirindo terras onde foram plantadas as primeiras lavouras com destaque para a cana-de-açúcar e a posterior instalação de um engenho que possibilitou a produção de rapadura, açúcar mascavo e a cachaça que era denominada por uns, "Caninha Para Tudo" e por outros, "Caninha Alvorada". A CMAVI instalou também a primeira olaria que fabricou tijolos e telhas para a construção das primeiras casas que deram origem ao povoado de Alvorada. Fernando Vilela se constituiria no fundador de Araporã.

Consta que o primeiro morador do lugar foi João Rufino que adquiriu terras pertencentes a João Custódio e construiu sua moradia junto ao córrego que ele então denominou "Corguinho" e que mais tarde viria a ser denominado Córrego Alvorada, nome que ostenta até hoje.

Revolução de 30

Em 1930, Alvorada serviu de palco para as tropas mineiras que defendiam os ideais revolucionários frente as tropas goianas, nos limites da Ponte Afonso Pena. Seu quartel-general foi instalado onde hoje está a Praça Dr. Antônio Hélio de Castro. Naquele ano, católicos se organizam sob a liderança da dona de casa Eurípedes Toledo Ávila, a dona "Negrinha", esposa do comerciante Ly Ávila e nos três anos seguintes constroem a capela de Nossa Senhora da Guia cujo sino foi doado pelo casal Sebastião Augusto de Araújo/Sebastiana.

Agropecuária

Três anos depois, a 23 de junho de 1933, chegava a energia elétrica procedente do vizinho município de Itumbiara. Alguns anos mais tarde, começavam a chegar os primeiros colonos com o conseqüente desenvolvimento agropecuário da região. Além da pecuária extensiva, o distrito se notabilizou pela produção de arroz, milho e feijão. Durante os anos de 1950 o destaque foi a produção de banana que após se constituir na principal fonte de produção do distrito por uma década, foi dizimada por doença no final da década. Posteriormente, destacaram-se as culturas de abacaxi, café, algodão e, por último o incremento da produção de cana-de-açúcar, a maior lavoura do município até os dias atuais (2010).

A 17 de março de 1938 a lei estadual 148 criava o distrito de Araporã (ex-Alvorada) que na língua tupi quer dizer nascer do sol. A escolha do nome coube ao empreendedor Fernando Alexandre Vilela Andrade, presidente da CMAVI e principal responsável pelo desenvolvimento da região.

Primeiras indústrias

Passada a fase da CMAVI que foi extinta em 1945, surge novo empreendedor em Araporã, o empresário Avenir Alves Vilela que na década de 1960 fundou a Cerâmica Vilela e a Usina Alvorada na companhia dos sócios "Chico do Pim", Antônio Rabelo e outros. A cerâmica operou até o final dos anos 1980 e a Usina Alvorada ostenta até os dias atuais a posição de maior empreendimento privado do município e pertence à família Franceschi, oriunda de Jaú (SP).

No início da década de 1960, o território de Araporã é beneficiado com o asfaltamento de duas rodovias federais - Br 153 e Br 452 - e a Ponte (de concreto) Engº Cyro Gomes de Almeida, a Ponte "JK" que passava a substituir a velha Ponte Afonso Pena, símbolo do desenvolvimento desta região.

Uma dádiva chamada Furnas

Outro fator determinante no progresso de Araporã foi a construção da Usina Hidrelétrica de Furnas em seu território que não só permitiu o seu crescimento populacional como ensejou meios para a transformação do sonho de emancipação do município em realidade. A construção da usina foi iniciada em 1974 e concluída em 1980. Doze anos depois, em 12 de abril de 1992, surgia o município de Araporã (Lei estadual nº 10704, de 27/04/92) tendo como intendente o contador David Penha e como primeiro prefeito eleito o agropecuarista e economista Valdir Inácio Ferreira (01/01/1993 a 31/12/1996). Idinez Antônio Tizzo foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Araporã (01/01/1993 a 31/12/194).

A emancipação

A idéia emancipacionista remonta ao início da década de 1940, articulada pelo tabelião Antônio Rabelo, o "Toniquinho" que veio de Tupaciguara em 1939 para aqui desenvolver as funções cartorárias. Ele cultivou a idéia até o final de seus dias (1996), mas antes de morrer nomeou seu sucessor o então vereador por Araporã em Tupaciguara Valdir Inácio Ferreira. Este constituiu-se no grande líder político que levaria até o fim o processo emancipatório dedicando-se por inteiro ao mesmo, tendo como principal parceiro o também vereador por Araporã em Tupaciguara Deguimar Vieira de Faria e contando com o apoio do então deputado estadual Anderson Adauto.

Maioridade

Aos 17 anos de emancipação política (2009), Araporã antecipa sua maioridade se apresentando como um dos municípios mais bem situados da região, econômica e socialmente. Segundo dados do IBGE referentes ao ano de 2006 e divulgados em dezembro de 2008, o município se apresentava naquele ano com o maior Produto Interno Bruto (PIB) por habitante do país com R$ 261.005, resultado superior à média nacional (R$ 12.688,). Um ano antes, em 2005, o município ocupou o 2º lugar no ranking nacional sendo o município de Cascalho Rico, também no Triângulo Mineiro o 1º lugar.

Araporã conta atualmente (2009) com uma população de 6.522 habitantes (IBGE) e dispõe de avançada estrutura de serviços públicos com ênfase na Educação (Em 2008 o IDEB atribuiu a Araporã índice de 5,0 em qualidade na Educação enquanto a média nacional era de 4,0), na Saúde e na Assistência Social.

 
História da Cidade de Cachoeira Dourada GO PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 10:50
História da Cidade

 

Cachoeira Dourada está localizada na Região Sul do Estado de Goiás, é banhada pelas águas do Rio Paranaíba e pelo Rio Meia Ponte. Os membros da aldeia indígena Caiapó, como peculiaridade afirmativa de sua cultura, sepultavam seus mortos em potes de argila, as “igaçabas”, juntamente com todos os seus pertences.

No curso natural do Rio Paranaíba, encontrava-se no limite do município, uma linda cachoeira de águas cristalinas, freqüentada pelos antigos moradores e destruída no inicio da década de 50 para a construção da Usina Hidroelétrica de Cachoeira Dourada. Conta-se que na antiga cachoeira, em decorrência do contato dos raios solares com as suas águas, formava-se um lindo arco-íris, denominado “Ituverava” pelos índios Caiapós. Outra característica marcante do local à época era a diversidade de peixes existentes no Rio Paranaíba, notadamente o Dourado.

A cachoeira demolida para dar lugar ao progresso, restou a inspiração do nome “Cachoeira Dourada”, bem como as lembranças cravadas na memória daqueles que a conheceram. O surgimento da comunidade cachoeirense remonta os primórdios da década de 50, época em que um antigo fazendeiro, o Sr. Bernardes, que doou uma gleba de 40 alqueires de terra para a construção de uma capela em homenagem a Santo Antônio, onde posteriormente foram edificadas 13 casas residenciais.

Nessa mesma época, o governo brasileiro articulava a construção da nova capital da Republica, Brasília. Todavia, para concretizar um projeto de tamanha envergadura, necessitava de expressiva quantidade de energia elétrica. Começava ai a enorme contribuição de nossas águas para o progresso do Brasil. Por outro lado, alem de sua importância histórica, os destaques de Cachoeira Dourada são as suas águas quentes e salgadas. Cumpre-se destacar que a descoberta de tamanha riqueza deu-se por acaso, no final da década de 70, pelo Sr. Mário Gomes.Alguns anos depois foi iniciada a construção de outro clube, o Iate Thermas, com piscinas de águas quentes e salgadas, banhadas também pelo imenso lago da usina hidrelétrica.

Da construção da hidrelétrica, surgiu o magnífico Lago Dourado. Outro importante atrativo do município é o Parque das Águas Adhemar Vieira, uma imensa praia artificial ainda em fase de construção, situada dentro da cidade, usufruída por moradores e turistas adeptos de caminhadas e que apreciam um indescritível por do sol. O que mais fascina os visitantes nas termas são as propriedades especiais das águas quentes e salgadas do município, constituída de diversos elementos químicos, tais como; sódio, magnésio, olitio, enxofre, fósforo, cloro, com uma temperatura entre 38° e 47 ° C, que brota naturalmente.

Exames laboratoriais realizados com a água demonstram os benefícios encontrados em suas propriedades, tais como; auxilia no tratamento de infecções do aparelho digestivo, estimulantes do metabolismo das glândulas endócrinas; produz efeitos sedativos sobre o sistema nervoso, indicada para o tratamento reumático, alérgico de gastrite, afecção da pele, acne, elimina a celulite, artrite, neuralgias, nefrites e afecções articulares, arteriosclerose e osteoporose.

Certamente, as águas, sejam elas doces, quente e salgada, são sinônimo de entretenimento, saúde e vitalidade, ou seja, fonte de vida.

 
Telefones Úteis PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 11:19
Delegacia Geral de Polícia 3431-8252
Polícia Civil 3431-1768
Polícia Rodoviária Federal Emergência - 191
(64)9955-8614
Polícia Militar 3404-1279 / 190
Tiro de Guerra 3433-2348
Hospital Santa Maria 3431-8000
Hospital São Marcos 3431-8811
Corpo de Bombeiros 3431-9293 / 193
CELG 3404-1535 / 196
Casa da Cultura 3433-2400
PROCON 3431-7641
INSS 3431-8130
SINE 3431-3685 / 3431-3735
CAIS 3404-3001
Prefeitura 3433-8371
Detran 3404-1116
Vapt-Vupt 3404-5800
Saneago 3431-7900 / 195
Correios 3431-5322
Câmara Municipal 3431-8022
Fórum Municipal 3431-8901
Centro de Zoonoses 3559-1001
Rodoviária 3431-5300
Aeroporto 3433-2718 / 3433-2521
Limpeza Pública 3404-1329

 
Brevê Histórico da Urbanização PDF Imprimir E-mail
Publicado por: : Nilton Santos   
Sáb, 04 de Janeiro de 2014 11:23

Primórdios
O início da ocupação da região do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba se deu entre os anos 1722 e 1925, com a abertura pelos bandeirantes da estrada do Anhanguera, ligando São Paulo ao Planalto Central. Foi durante essa incursão que, em 1722, o Bandeirante João Leite da Silva Ortiz, encontrou o primeiro diamante no Rio Bagagem, no local onde se originou a cidade de Estrela do Sul.
As primeiras sesmarias doadas nessa área foram concedidas em 1818, ao Padre Fortunato José de Miranda e a Manoel Dias da Rocha, mas durante a primeira metade do Século XIX, a região não passou de um local de garimpo.


As incursões ao interior
No início da colonização brasileira, a atual área do Triângulo Mineiro, até então denominada de Sertão da Farinha Podre, foi habitada por índios (a maior parte os Caiapós). Na maioria, esses índios eram nômades e circulavam pelas redondezas, sem moradia fixa, mudando de tempos em tempos em busca de caça e pesca. Essa vida nômade é compreendida como uma estratégia de defesa, tanto em relação aos animais como às tribos inimigas. Com maior facilidade, a defesa podia ser encontrada em ambientes de florestas, montanhas e cavernas por serem mais acolhedoras e oferecerem melhores condições de esconderijo do que as encontradas no Cerrado, ecossistema natural da região . Essas características da vida indígena indicam as poucas evidências quanto à transformação do meio ambiente natural, que, nesse momento, é praticamente insignificante ou nula.


Com a chegada de bandeiras e colonizadores fazendeiros, os índios fugiram em busca de áreas livres da presença do homem branco, e o meio ambiente natural foi alterado. Assim, a fuga indígena, também, justifica a entrada dos bandeirantes rumo ao sertão. Para Holanda (1997), essa entrada pelo sertão ocorreu em função dessa captura. Como uma forma de resolver o problema de subsistência, os bandeirantes embrenharam-se pelos sertões, tornando as entradas uma profissão para adolescentes, tanto para as expedições de apresamento como para o sertanismo em geral.


O Sertão da Farinha Podre, que compreendia todas as terras situadas entre os rios Quebra Anzol, das Velhas, Grande e Paranaíba, pertenceu, num primeiro momento, à capitania de São Paulo , depois, à de Goiás, e, somente em 1816, passou ao domínio de Minas Gerais.
Até o início do século XVIII, as terras da região não despertaram interesse para as bandeiras, pois, geograficamente, não ofereciam garantias para encontrar metais e pedras preciosas. Apenas com a intenção de desbravamento do interior do país, em busca de riquezas existentes em outras localidades, é que nessas terras começaram as passagens das expedições pela região.


A primeira bandeira a passar pela Sertão da Farinha Podre foi a de foi Bartolomeu Bueno da Silva – o Anhangüera. Em 1722, seu filho, Bartolomeu Bueno da Silva Jr. – o Anhangüera II –, cumprindo ordens do governo colonial para encontrar as minas auríferas, partiu de Piratininga com um grupo composto por brancos, índios e escravos, somando 152 pessoas no total, e iniciou o desbravamento da rota que deu origem aos primeiros povoados da atual região do Triângulo Mineiro. Foi no comando desse grupo, que o bandeirante fez um percurso com trilheiros até as margens do Jeticaí – Rio Grande, e passou pela foz do Rio do Carmo até atingir a margem oposta, o Sertão da Farinha Podre.


Posteriormente ao Anhangüera, com a descoberta de pedras preciosas no interior de Goiás e Mato Grosso e, conseqüentemente, com as sucessivas passagens de bandeiras e de pessoas pela região, rumo ao interior do país, provenientes de São Paulo e de cidades litorâneas, à procura de riquezas, iniciou-se a formação de arraiais no Sertão da Farinha Podre. A Estrada Real, denominação da passagem naquele tempo, condicionou a formação de vários e pequenos arraiais como Desemboque, Sacramento, Uberaba e Uberlândia, dentre outros. Nos dizeres de Soares, esses arraiais constituíram-se "em um ponto de passagem entre o litoral e o sertão” (Soares, 1995, 50).


Assim, mediante a agropecuária e da mineração, as fazendas tiveram papel fundamental no processo histórico de constituição de aglomerações urbanas no interior do Brasil. As primeiras fazendas tiveram suas formações a partir do sistema de Sesmarias e, posteriormente, com o apossamento de parentes e pessoas que vieram juntos tomar posse de terras. As proporções das terras apropriadas eram grandes e de difícil acesso e regulação de proprietários. Em 1795, com base no Alvará de demarcação de terras, tornou-se obrigatória à demarcação destas, com o intuito de resolver problemas entre sesmeeiros e posseiros. O sistema de sesmarias findou-se em 1822, mas, mesmo assim, muitos ainda tomaram posse de suas terras durante e após esse período. Foi nesse contexto que ocorreu o desenvolvimento de vários municípios do Triângulo Mineiro, iníciado entre e meio ao sistema de sesmarias, à captura do índio, à criação de gado e ao declínio da exploração do ouro e de pedras preciosas no interior do país.


Primeiros saltos de crescimento
O processo de urbanização só foi intensificado a partir de 1852, quando foi descoberto o famoso diamante “Estrela do Sul”. Neste mesmo ano foi criado o Distrito de Paz no Arraial da Bagagem pertencente à comarca de Patrocínio, pela Lei Nº575 de 04 de maio.
Em 1854 o curato foi elevado à categoria de paróquia pela Lei Nº667 de 27 de Abril. Pela Lei Nº777 de 30 de Maio de 1856, o distrito foi elevado à Vila, com o nome de Bagagem, instalado em 30 de Setembro de 1858.
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Fonte: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Estrela do Sul.


Devido ao grande crescimento verificado no local, em 1861, a Vila de Bagagem foi elevada á categoria de cidade, pela lei Nº1101 de 19 de Setembro. Foi neste momento que a cidade chegou a contar com uma população de, aproximadamente, 30 mil habitantes. No entanto, verificou-se que essa população, diretamente vinculada ao garimpo, apresentava significativa rotatividade em busca dos diamantes e residia em habitações improvisadas, que se perderam no tempo.
Devido a fama que o Diamante Estrela do Sul obteve no mundo, a Cidade de Bagagem decidiu mudar de nome para homenagear essa jóia.Assim pela Lei N° 319 de 16 de Setembro de 1901 muda a denominação de Bagagem para Estrella do Sul.


Fonte de Pesquisa: Professor Mario Lucio Rosa – Historiador

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RESUMO HISTÓRICO DE ESTRELA DO SUL



A história de Estrela do Sul se mistura a de várias cidades mais antigas da província de Minas Gerais. No Sertão da Farinha Podre, hoje Triângulo Mineiro é considerada como Terra-Mãe, que abrigou tribos e aldeias indígenas.
No século XVIII, quando os bandeirantes paulistas desbravaram sertões na rota de São Paulo a Goiás, em 1722, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz, genro do nobilíssimo Anhangüera, pára num ponto de pouso às margens de um ruidoso e caudaloso rio e descobre diamantes, muitos deles de diversas cores, como rosa, verde e violeta. Com a notícia da descoberta, já em 1800, aventureiros de várias partes do país se aglomeraram ao longo do rio. Como as bagagens eram depositadas num determinado local, a povoação crescente usou esse ponto como referência e denominou-o como BAGAGEM. Nesse trecho dois conglomerados se formaram. A parte de cima levou o nome de Cachoeira e a de baixo, de Joaquim Antônio. Em 1849 a Bagagem Diamantina já se tornara um próspero povoado com a população acima de trinta mil habitantes, tornando-se um eldorado, com a vinda de aventureiros de todas as partes do país. No chamado rush minerador, o crescimento populacional, típico de cidades mineradoras atingiu o povoado que, dentro de poucos anos se promoveu de povoado à freguesia e de vila à cidade.
Em 1853, o mundo deslumbrou-se com um belo achado. Uma escrava de nome Rosa, de propriedade do Senhor Casimiro de Morais, encontra sobre um monte de cascalho, um diamante de rara beleza pesando 254,5 quilates. Esse diamante levou o nome de Estrela do Sul. Lapidado na Europa foi reduzido a 128,8 quilates. Sua fama se deve a propriedade que tem de mudar de cor, do branco ao cor-de-rosa, quando em exposição da luz. A última informação que se tem é de que ele esteve em leilão na 22ª Bienal de Paris, no Museu do Louvre, de 15 a 22 de setembro de 2004. Em 1856 a freguesia recebe emancipação política e em 1861, devido a grande população, recebe a denominação de Cidade da Bagagem. Crescendo sempre chegou a ser um dos mais importantes centros comerciais da província. Sob sua administração política estavam Santana da Aldeia do Rio das Velhas (Indianópolis); Brejo Alegre (Araguari); Troncos (Grupiara); Carmo da Bagagem (Monte Carmelo); Crioulos (Pedrinópolis); Espírito Santo do Cemitério (Iraí de Minas); Boqueirão (Douradoquara); São João do Rio das Pedras (Cascalho Rico); São Miguel da Ponte Nova (Nova Ponte) e Água Suja (Romaria).
Dentre vários aventureiros que vieram em busca do sonho de riqueza está Dona Anna Jacintha de São José, a famosa cortesã do Brasil Império, conhecida como Dona Beija. Aqui ela viveu por mais de vinte anos, até o seu falecimento em 1873.
Com a corrida do diamante e o fascínio do sonho de riqueza, o escritor romântico e regionalista Bernardo Guimarães, passou por aqui e colheu farto material num cenário encantador para escrever o seu romance “O Garimpeiro”, em que o protagonista Elias realizou seu sonho de riqueza e de amor, casando-se com a bela jovem Lúcia. Como grande parte da população era escrava, os negros construíram para eles em 1853, a capela de Nossa Senhora do Rosário, a santa padroeira da irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Posteriormente, a Capela abrigou São Benedito, também protetor do povo negro. Até hoje ternos de Congados e Moçambiques festejam seus santos. Em 1870, a cidade começa a viver o seu declínio. causando uma explosiva retirada de aventureiros às suas origens. Os que ficaram procuraram descobrir outras vocações que a terra fértil oferecia, passando a agricultura e pecuária serem fontes de riqueza junto com os aventureiros que ainda persistiam no garimpo. Em 1901, devido a fama que o diamante encontrado pela escrava alcançou no mundo, principalmente na Europa, a cidade decidiu, em homenagem a essa jóia, mudar o nome de Bagagem para Estrela do Sul.
Hoje Estrela do Sul guarda um acervo histórico e arquitetônico de relevante valor. Tem um número considerável de monumentos como casarões, sobrados, igrejas, e peças tombadas que compõem o Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, todos tombados por Lei Municipal. Ao caminhar pelas ruas, ao virar uma esquina, o turista se surpreende com imponentes construções coloniais, sobrados e muros de pedras que o retorna ao passado, da época de Dona Beija e do período áureo da corrida dos diamantes. Na zona rural imponentes construções de fazenda retratam essa época. Das mãos simples de nossos artistas surgem peças de arte mostrando a riqueza do artesanato, não se esquecendo da hospitalidade que prende o visitante e o torna compromissado do retorno a essa bela terra. A cidade simples e aconchegante está emoldurada por montanhas verdejantes, muitas árvores e um ar puro que fascina e atrai turistas que fogem do mundo atribulado e estressante das grandes cidades.

 


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